MISSÃO

Atuar na área comportamental e organizacional com excelência em serviços, promovendo o desenvolvimento do ser humano com ênfase na qualidade de vida e na educação.

Motivação

O ambiente de trabalho é um dos mais favoráveis para o surgimento de conflitos, seja pela convivência forçada de personalidades e pontos de vista, seja pela imposição de expectativas e metas pelo ambiente externo (diretoria, acionistas ou mercado).  
Não há um padrão específico para o surgimento de conflitos, mas todos obedecem a ciclos que, se forem alimentados, podem destruir as relações entre as pessoas. Para interromper este ciclo belicoso, considere estes 10 passos.

1. Interrompa a explosão emocional 

Em outras palavras: dê um tempo. Se durante uma discussão você perceber que os motivos técnicos ficam de lado e questões emocionais começam a ferver, interrompa o processo. 
Às vezes interromper significa baixar um pouco a voz e voltar o foco à discussão técnica (a outra pessoa nem percebe), mas haverá momentos em que será preciso cessar a discussão por alguns minutos. Ir buscar um café ou água, ou caminhar nos corredores ou no estacionamento ajuda a estabilizar a explosão emocional e chamar a racionalidade de volta.

2. Comece por você mesmo

Chamar a responsabilidade para si envolve tomar o poder sobre os próprios sentimentos. É óbvio que outras pessoas participaram do acaloramento da discussão, mas começando por você: 

  • Como você contribuiu para essa discussão?
  • Onde você exagerou?
  • Quais foram as palavras erradas que usou?
  • Será que deveria repensar algum argumento da outra parte?
  • Será que tem que voltar atrás em algum ponto?
  • Será que tem que pedir desculpas?

Nenhuma destas perguntas deve ser respondida necessariamente com um sim. Talvez você simplesmente não tenha que pedir desculpas, ou não quer pedir por alguma razão bem fundamentada, mas avalie calmamente cada questão e provavelmente irá encontrar algum ponto de apoio para resolver positivamente o conflito.

3. Experimente mudar a perspectiva

Sua visão de um problema se enriquece muito quando consegue vê-lo sobre a perspectiva de outra pessoa, especialmente se as opiniões forem divergentes.
Porque seu colega está defendendo esta perspectiva? Ela está defendendo uma posição pessoal ou profissional? Será que ela notou um detalhe que lhe passou despercebido? E por que se exaltou tanto? Quais são os sentimentos que estão interferindo, e porque vieram à tona agora?

4. O que realmente está em discussão?

Se a discussão pendeu para questões emocionais, embora os argumentos continuassem técnicos, o que realmente está sendo discutido? Falta de respeito? Dificuldades de convivência? Insegurança? Excesso de pressão? Frustração? Falta de confiança?

5. Recupere o propósito

Antes de explodir em necessidades e desejos frustrados, esta discussão tinha como objetivo solucionar alguma questão prática. Retome esta questão primordial ao reiniciar a conversa, a simples existência de um propósito claro ajuda a direcionar pensamentos e ações para um fim comum. Apenas cuidado para não impor este redirecionamento de forma arrogante ou ditatorial, querendo ‘dar uma de chefe’, mesmo sendo um.

6. Compreenda o conflito

Se neste processo você percebeu que a discussão não ocorreu verdadeiramente por causa do propósito inicial, mas por outras questões que minam a confiança e harmonia do grupo, tome a iniciativa de mudança. Em um outro momento, com os ânimos frios, convide as outras pessoas para uma conversa amigável, e pontue os aspectos que você percebeu, do modo mais gentil e honesto possível.
 Uma abordagem direta e não agressiva tende a influenciar positivamente as outras pessoas, e vocês poderão conversar sobre os motivos reais da discussão anterior, com uma diferença crucial: provavelmente resolverão o conflito, no lugar de destruir o ambiente de trabalho.

“Existem três tipos de pessoas: as que deixam acontecer, as que fazem acontecer e as que perguntam o que aconteceu.”

Cada um de nós tem desafios diferentes. A vida é feita de desafios diários.

Para quem não dispõe de movimentos nas pernas, transportar-se da cama para a cadeira de rodas, a cada manhã, é um desafio.

Para quem sofreu um acidente e está re-aprendendo a andar, o desafio está em apoiar-se nas barras, na sala de reabilitação, e tentar mover um pé, depois o outro. Continue lendo…

O mundo empresarial mudou. A disputa é cada vez mais acirrada. De negócio para negócio, de empresa para empresa. É uma competição extremamente ingrata e excludente, pois nela só sobrevivem os competentes. E na mesma toada, tudo isto se transfere também para o mundo dos profissionais. As empresas são “feitas” por pessoas. Pessoas que necessitam provar a competência dia-a-dia, a cada minuto. Só assim, permanecerão e conseguirão “um lugar ao sol”. Os critérios de recrutamento e seleção são mais exigentes. As avaliações de performance são mais incisivas. Os patrões são menos paternalistas. Enfim, só os profissionais sobrevivem. Os amadores não conseguem mais vencer. As mudanças das últimas décadas – a evolução tecnológica e científica, da gestão empresarial e do processo de globalização – impuseram a transformação do mercado de trabalho e a revolução da empregabilidade. Continue lendo…

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Cada um de nós tem desafios diferentes. A vida é feita de desafios diários.

Para quem não dispõe de movimentos nas pernas, transportar-se da cama para a cadeira de rodas, a cada manhã, é um desafio.

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